Negócios Digitais – As principais estratégias parte 1

Olá, hoje dentro da série de negócios digitais, eu quero falar com você sobre as principais estratégias de um negócio digital. Resumidamente, o que são estratégias de marketing digital? Estratégias de marketing digital são modelos que servem para você calcular basicamente, no final das contas, qual é o seu retorno sobre investimento dentro da internet.

A ideia por trás disso é que você consiga saber exatamente ou mais ou menos, ter uma noção de investimento dentro da internet e quanto retorno esse investimento vai dar para você, dentro do seu negócio. Por exemplo, se você colocar 100 reais em investimento em marketing digital, 100 reais investidos em anúncios na internet, quando você retorna em vendas, em lucratividade do seu negócio, para aumentar o seu ROI, seu retorno sobre investimento.

Então, digamos que você invista 100 reais e consiga ter um retorno de 300 reais líquidos em venda, ou seja, você teve um gasto uma venda de 500 reais para cada 100 reais investido. E nisso você tem um custo total e sobra alguma coisa para você.

Basicamente, o ROI, ele pode ser calculado exatamente. Você consegue ter uma mensuração dentro da internet do custo exato do seu investimento, do valor exato que você investiu, e mais ou menos quanto você teve em vendas. Mas não se preocupe somente com isso.

A internet traz um fator, do valor, intangível num primeiro momento, que é: aumentar a sua autoridade, aumentar o branding, aumentar o engajamento com a sua marca. A internet tem o poder de fazer com que as pessoas comecem a conhecer você.

Às vezes, o retorno sobre investimento não é medido na ponta do lápis. Muitas estratégias digitais fazem esse tipo de medição, mas elas acabam tendo um erro. Por exemplo, em alguns testes que nós fizemos. A gente media investimentos em Facebook e em Google e, dentro do conceito de rastreamento de investimento a gente acabava descobrindo que o Facebook não estava trazendo tanto retorno.

As vendas não aconteciam através do Facebook. O dinheiro que a gente colocava no Facebook não era calculado direto na ponta de venda. Mas, retirando o investimento no Facebook, acabava reduzindo automaticamente as vendas.

A gente descobriu que, muitas vezes o Facebook despertava o interesse da pessoa em entender mais sobre o nosso negócio. Ele ia até o Google… duas semanas depois pesquisar sobre o leadlovers e aquela venda vinha atribuída ao Google. Ou seja, investimentos no Google estava tendo retorno sobre investimento, e o Facebook não aparecia como um canal que tinha lucratividade.

Então você precisa entender que o marketing digital acaba trazendo isso. Acaba trazendo branding, acaba trazendo visibilidade para sua marca. O marketing digital busca agregar valor e autoridade para sua marca. Busca atingir as pessoas para que elas falem de você, para que elas comentem com outras pessoas sobre o seu negócio, sobre a sua marca, sobre algo que ela viu na internet e pareceu muito legal.

Sobre uma pessoa ou sobre uma empresa que entregou conteúdo de valor para ela. Automaticamente essa pessoa começa a virar um divulgador seu.

Uma pessoa que espalha a sua mensagem. E a internet tem esse poder de atrair as pessoas e fazer com que elas se engajem em uma determinada causa. Eu não preciso dizer o quanto você irá economizar e lucrar fazendo poucas ações de marketing dentro da internet. Não é mesmo?

Agora eu vou explicar um pouco mais das ações que a sua empresa ou você pode executar dentro da internet. Algumas marcas apostam em várias ações dentro da internet. Testam mídias sociais, testam mecanismos de busca, tudo isso vai depender dos seus objetivos dentro do internet marketing. Uma das perguntas que me fazem sempre é: Qual é a diferença, porque eu investir em Google, ou Facebook?

Que hoje são as principais fontes de trafego, digamos assim, os principais sites que as pessoas estão utilizando na internet. Todo mundo que acessa internet, basicamente ou acessa o Google, ou o Facebook. 99 % do tráfego está destinado a esses dois portais. Como que eu vou investir dentro desses portais? Como que é a diferença de investimento ou utilização em cada uma dessas mídias?

Eu gosto de falar que o Google é como se você tivesse entrando numa loja. Você vai entrar na loja em busca de um produto. Você está entrando diretamente naquela loja querendo comprar a televisão. Querendo comprar aquele livro. Você já sabe o que você quer, então o teu investimento no Google, é geralmente no fundo do funil. Ou seja, as pessoas já sabem exatamente o que elas querem.

O Facebook, ele é equivalente a você estar entregando um panfleto para as pessoas andando na rua. Mas, não é só estar entregando um panfleto, você vai entregando um panfleto segmentado. Você vai saber que exatamente aquela pessoa que está passando na rua. Ela tem interesse em estar adquirindo uma televisão no futuro, ou ela está pensando em adquirir uma televisão.

Ou ela faz parte daquele seu grupo nicho, como a gente tinha definido nos vídeos anteriores: Ela é uma pessoa de 25 a 30 anos, homem, casado, com casa própria. E você entrega então o panfleto para essa pessoa despertando nelas o interesse em vir a buscar uma televisão no futuro.

Então, essa distinção que você tem que ter quando você estiver investindo em canais de comunicação. E, falando de canais de comunicação, uma das formas mais eficientes e, digamos assim, baratas de você conseguir comunicação é utilizando o e-mail marketing. Mas como eu já tinha comentado com você, não é o e-mail marketing comum. É o e-mail marketing segmentado.

Você vai conseguir entender a sua audiência quando você trouxer esse lead, essa pessoa do Facebook e do Google, você já traz ela segmentando, sabendo que ela estava pesquisando, o que ela estava buscando, qual tipo de conteúdo você usou para atrair aquela pessoa. E com isso, você tem exatamente a segmentação dessa pessoa e consegue se comunicar de forma efetiva com ela através do e-mail.

Você pode utilizar o e-mail marketing para manter as pessoas atualizadas sempre que você colocar um material novo ar. Sempre que você estiver pensando em desenvolver ou estiver lançando um produto novo. Sempre que você quiser trazer essas pessoas para um evento para falar ao vivo com você sobre determinado assunto para obter feedbacks dos seus clientes.

O e-mail é a forma de comunicação hoje mais efetiva dentro da internet. Mesmo que algumas pessoas estejam falando, ou seja, deve ter ouvido que o e-mail tende a morrer. Ele ainda é a forma de comunicação mais eficaz e direta de acesso segmentado a sua audiência.

E, antes de tudo isso a gente já tinha conversado sobre isso. O conteúdo é a tua a arma inicial. A sua principal arma para atrair novos clientes. Através do conteúdo é que você vai conseguir segmentar e atrair pessoas novas para sua lista de e-mails, para você converter esses visitantes em leads. E esse conteúdo é que vai determinar qual o tipo do visitante.

Tem uma frase que eu gosto muito que diz que: O conteúdo define a audiência. Então, o teu conteúdo, ele precisa estar muito bem desenhado para atrair a audiência qualificada e, espantar os curiosos. Nesse ponto, você precisa pensar exatamente que tipo de conteúdo desenvolver e escrever claramente, exatamente o que você está entregando para essa pessoa.

Com isso você vai conseguir segmentar e espantar os curiosos que estejam só querendo entender o que é aquilo que você está falando.

Se a sua comunicação for clara, a sua audiência vai ser extremamente qualificada. E, dando uma ressalva clara: Não é só publicar conteúdo, não é só colocar informações e postar fotos e textinhos dentro do seu Facebook. O seu conteúdo tem que ter valor, ele tem que entregar algo real para as pessoas, algo tangível.

Se você transformar as pessoas com o conteúdo que você entrega, isso vai fazer uma diferença enorme no tipo de audiência que você estará atraindo. Um ponto muito legal também que eu aprendi quando eu comecei a definir conteúdo e que é contra intuitivo é sempre que você pensar em entregar um conteúdo, entregue o seu melhor conteúdo.

Aquele conteúdo que você possivelmente venderia. Mas como assim? Se é um conteúdo tão bom porque ele vai comprar de mim depois que eu já entreguei aquilo? Já solucionei o problema dele? Isso tem a ver com um processo chamado de reciprocidade. E também de entendimento do usuário para querer saber mais, porque se aquele conteúdo foi tão bom, deve ter algo ainda melhor que vai ser vendido.

E se você pensar, os conteúdos offline, a indústria fonográfica já faz isso com a gente. Imagine, as melhores cenas daquele filme. Elas estão dentro do trailer, é o conteúdo grátis. Eles entregam o melhor do filme no gratuito para estimular as pessoas a quererem saber mais sobre aquele conteúdo.

Então quando você pensar em desenvolver conteúdo, pense da mesma forma. Que conteúdo top eu posso entregar gratuitamente para minha audiência, e isso vai trazer uma audiência muito qualificada e com um sentimento de querer devolver, retribuir aquilo que você entregou para eles.

E uma das estratégias que não para deixar de comentar, é algo meio intangível, difícil de explicar, é a comunicação escrita. Foi desenvolvido até uma ciência, digamos assim, que fala sobre isso. A ciência do copywriting. Ou seja, conseguir escrever persuasivamente. É importante você aprender sobre isso, entender o que significa o copywriting, que basicamente é você conseguir, comunicar com a sua audiência através da escrita de forma mais fluida, mais persuasiva.

Uma das coisas que eu aprendi pensando em copywriting, é a tal da jornada do herói. O que é isso? Isso é algo que está presente em todo o conteúdo que você vê de comunicação audiovisual. Ela está presente dentro das novelas, ela está presente dentro dos seriados, ela está presente dentro dos filmes e dos livros.

A jornada do herói faz com que você percorra um caminho ao qual o autor desenvolveu para você. Ele constrói uma história que conecta vários pontos e liga numa coisa que você já sabe dentro de sua cabeça.

Você já viu aquela história em algum lugar, você já viu aquela história de superação, ao qual uma pessoa sai, vai para uma jornada em busca de algo, acaba quebrando e descobrindo, e retomando aquilo, e voltando para ajudar as pessoas que ficaram para trás, e virando o herói daquela história.

Então todo esse contexto está ligado a um storytelling, que está ligado a essa visão de copywriting, de você conseguir construir uma narrativa que conecte com a sua audiência. Quando você conseguir construir uma narrativa que conecte com a audiência, a pessoa vive aquele percurso com você, e a partir do momento que a pessoa se conecta e vive aquela jornada com você, assim como você quando vê um filme, que se conecta profundamente com aquela história. Você começa a viver junto com o herói, você fala: -Cara não faça isso! Você vai morrer cara! Vai ter uma bomba lá…. Você vive aquela história junto com o herói.

A tua escrita, a sua comunicação preciosa ser nessa linha, parecida com isso. A pessoa precisa se conectar e viver em algum momento junto com tua história, e daí quando você falar para ela executar uma ação, se inscrever no teu webinário, comprar o seu produto. Ela vai comprar porque ela está vivendo essa história junto com você.

A descrição desse conteúdo parece mágica, parece estória, mas é um ponto muito importante que vai fazer toda a diferença entre você vender muito e conseguir engajar audiências grandes ou empacar com o seu produto não conseguir convencer as pessoas de que o teu negócio realmente funciona e vai ajudar elas.

Talvez seja interessante você até contratar um profissional dessa área, um copywriter, que vai ser o cara que vai construir isso e desenvolver narrativa para o seu produto ou serviço de forma a persuadir, digamos assim, é ruim essa palavra, né? Persuasão, mas é conseguir envolver a sua audiência para que eles realmente vivam essa estória e entendam exatamente o que o seu produto ou serviço entrega e o que ele resolve para o seu cliente.

Ou seja, como eu estava falando, o objetivo do copywriting é gerar engajamento que faça com que as pessoas tomem ação. Gerar envolvimento que faça com que as pessoas executem aquilo que você construiu e pediu para elas fazerem, como comprar o seu produto, ou se inscrever na sua lista.

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